sábado, 16 de janeiro de 2016
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Dragon´s Dogma - Dark Arisen - Gameplay do Início - Versão PC - I3, 8Gb Ram, GTX 760
Gameplay do início do recém-lançado jogo pra PC - Dragon´s Dogma - Dark Arisen. Jogo bem otimizado e divertido - PC com I3 - 8GB de ram - GTX 760 2GB.
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Deseja sua Aprovação no Exame da OAB?
O Prova da Ordem é um site especializado em aprovar Bacharéis em Direito no Exame da OAB. Acreditamos que cursinhos preparatórios e Instituições de Ensino abusam da reserva de mercado imposta pela OAB para cobrar elevadas quantias de seus alunos pelo conhecimento necessário para aprovação.
Por discordar dessa mentalidade, um ex-professor da UFSC, decidiu criar um ambiente de estudos virtual para o Exame de Ordem e assim aumentar as chances de aprovação dos usuários, cobrando uma taxa de utilização mínima para manter os conteúdos do site sempre atualizados e com qualidade. Não gostaria de tomar muito de seu tempo... Caso você queira conhecer um pouco mais sobre o site, assista:
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Sherlock - Um estudo em progressão
A personalidade está intrínseca
ao ser humano (principalmente no sentido da persona
grega). Em todas as áreas do conhecimento e agir da pessoa a personalidade
é determinante na visão evolutiva (ou não) que os saberes vêm atingindo. O
homem no sentido micro e macro expressa-se através das máscaras e, convenhamos,
isso é o que mantém as engrenagens sociais funcionando pelo bem ou pelo mal. A
humanidade externa sua personalidade de várias formas e facetas, uma delas é a
criação artística, principalmente no âmbito literário. Pessoas criam
personagens, em sua maioria protagonistas, em suas obras para expor um alter ego reprimido ou almejado. Como
exemplo temos o Sir Ian Fleming
(oficial da Inteligência Britânica) com seu sensacional James Bond e o Sir Arthur Ignatius Conan Doyle criador do maior detetive particular da
história das artes como um todo, Sherlock Holmes, que dispensa
comentários. Apesar de dispensar comentários, é sobre este último que gostaria
de tecer alguns, com escopo maior na mais recente caracterização televisiva do
personagem.
Sherlock Holmes, em linhas gerais, é um detetive particular sui generis
que resolve casos bizarros de maneira simples e casos simples de maneira
bizarra, sempre com uma peculiar genialidade que transcende as barreiras do
“bom senso” positivamente falando. Ler a obra do Doyle é um exercício de
imaginação e deleite extremos. Possui um sidekick de nome Watson que é um
médico com comportamento totalmente oposto ao do detetive, mas que consegue se
encaixar no jeito de ser e no modo de agir extravagante e retraído ao mesmo
tempo de Holmes.
Mesmo os contos de aproximadamente duas páginas é capaz de causar espanto
pela perspicácia britânica com que os casos são narrados até sua solução, por
falar em britânica, esqueci de citar que Holmes
é londrino e isso faz uma enorme diferença. Qual o porquê disso? Bem,
por possuir personalidade britânica é que faz o detetive ter magnetismo
exacerbado, pois os britânicos são capazes de resolver as coisas “na conversa”
e de forma não frenética como gostam os americanos. Um exemplo, sem spoiler, em
um conto Sherlock resolve um caso sem sair de casa, aliás, sem sair da cama.
O detetive teve várias adaptações de suas aventuras em diversos tipos de
mídia. As de cinema foram quase sempre bem sucedidas, inclusive uma versão que
narra sua juventude. Obra deveras divertida com o olhar de Steven Spielberg.
Outras, como as mais recentes com Robert Downey Jr., tornaram o personagem mais
caricato e com ares de herói de ação. Os filmes não são ruins, mas destoam um
pouco da atmosfera do célebre morador da Baker Street 221B tentando transformar
Holmes em um Tony Stark vitoriano. Do lado das produções televisivas temos a série
britânica Sherlock que traz as peripécias dedutivas e até indutivas do prodígio
inglês para os tempos atuais. Confesso que fiquei com um pé atrás (aliás, com
os dois pés), pois seria um terreno pantanoso trazer algo que se encaixa melhor
com carruagens, lamparinas e neblina, opa, Londres ainda tem neblina. Porém,
por indicação da amiga Miriam Soares (aqui está o endereço de seu Blog http://www.amodadamira.com/blog/) resolvi dar uma chance à série e partir de
então senti-me lendo Doyle novamente sem ter que abrir um livro sequer. A
transposição dos personagens clássicos para os dias modernos foi feita de forma
magistral bem como o uso dos gadgets que são maravilhosamente adaptados, só
para terem noção, a primeira “aparição” do Sherlock é na forma de mensagem de
texto via celular, impagável.
Mark Gatiss e Steven Moffat são os “criminosos” que foram capazes de nos
proporcionar momentos de apreciação extrema sem ao menos conseguir piscar
diante da tela. Os roteiros são excelentes e inteligentes de forma que as
principais aventuras contidas nos livros são retratadas com maestria. A BBC
deve estar rindo à toa com o sucesso instantâneo do seriado, estreou em 2010 e
a audiência só se multiplica.
Benedict Cumberbatch, Martin Freeman, Una Stubbs entre outros fazem parte
fazem parte do elenco escolhido minuciosamente. Com destaque para o Benedict
(que aqui seria chamado carinhosamente de Biné) que parece ter pulado das
páginas do livro para a vida real. Consegue passar a empáfia e simpatia ao
mesmo tempo, exatamente como é o “monstro” criado por Conan. Sua atuação é tão
perfeita que mesmo sem emitir qualquer som nos faz entender sua capacidade de
raciocínio. E o que falar do Martin Freeman? Um perfeito Watson! Meio
desajeitado e impressionado com o novo amigo que é diferente de tudo o que já
conheceu antes. Os personagens nem tão secundários assim, também são um show à
parte, tanto o Mycroft (irmão de Holmes) bem como o moderno Moriarty (nêmesis
do detetive) são impecáveis, tudo é bem encaixado. Mesmo com a duração de uma 1h
e 20min por episódio, parece que somente poucos minutos foram passados. Outro
ponto a ressaltar é o humor contido nos episódios, ora, são ingleses,
ingleses!!!! Se não houvesse o senso de humor peculiar aos “batata quente na boca”, não seria uma série
britânica. Damos risadas até nos momentos mais tensos (fico imaginado um John
Cleese no papel de Mycroft, mas é só um devaneio...). A série está em sua 3º
Temporada sendo que cada uma possui 3 episódios somente, mas acredito ser esta
a medida certa. O único porém que posso destacar é que aqueles que nunca
tiveram contato com as histórias do detetive podem demorar um pouco a
acompanhar o desenrolar maluco das tramas, no mais, tranquilo.
É elementar(citação péssima eu sei) que Sherlock é uma obra que nos faz
pensar que ainda há salvação para a programação televisiva, nos faz pensar que
a televisão ainda pode ser provedora de entretenimento saudável e inteligente,
Sherlock é uma série que nos faz pensar que clássicos podem ser reavivados sem
ofensa aos originais, Sherlock é uma série que nos faz pensar!
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Mulher Feia
MULHER FEIA
Sua
falta de sorte foi contada em verso e prosa. Enquanto corria com seu cavalo
atrás de um bezerro fugido, bateu com a testa em um galho baixo de uma árvore,
caiu com as costas em um toco e ficou se retorcendo, sendo que o galho quebrou
e caiu no seu rosto. Outro detalhe foi que o galho levou consigo uma enorme colmeia lotada de raivosas habitantes. Isto o fez levantar e correr mesmo
mancando. As abelhas não tinham dó. Algumas voaram calça adentro e não
perdoaram nenhuma das partes baixas. Com o olho que ainda abria, conseguiu
avistar seu cavalo e por sorte pegou em suas rédeas e as prendeu em sua mão
menos inchada, mas o animal ao sentir as abelhas partiu em disparada levando
nosso desafortunado junto. Foram centenas de metros de arrasto que teve como
cume uma linda passagem por um mar de urtigas. Pelo menos as abelhas ficaram
pra trás. Também, não encontraram mais lugar algum para picar... Bem, quando a
rédea arrebentou o cavalo continuou em disparada deixando nosso herói caído com
a boca em um formigueiro de saúvas africanas. Quase perde a consciência, porém,
por sorte, não perdeu. Ergueu-se como macho que era e danou-se a correr
cuspindo as formigas que saíam até pelo nariz, que já estava parecendo uma ata
de tão desfigurado. Correu alguns metros e pisou, sem querer, diga-se de
passagem, em uma cobra cipó que lhe cravou as presas no dedão do pé esquerdo. Tentou gritar de dor quando saiu de sua boca uma formiga abraçada a uma abelha, algo lindo e poético, digno de nossa Mãe Natureza. Belo espetáculo Divino.
Pisou com o outro pé na cobra para ela largar-lhe o pé. Saiu com muito esforço
e lágrimas. Mas ele era macho e macho não chora! Respirou fundo, não tão fundo,
pois as narinas estavam quase totalmente tapadas por causa das urtigas e viu, mesmo
que em vulto, que estava próximo à estradinha. Lá chegando, foi atropelado pela
camionete modelo 1966 do prefeito da cidade. O motorista e seu companheiro
acharam que aquilo era um bicho ou coisa do demo que andava se contorcendo e
grunhindo e só pararam uns trinta metros depois. Ficaram alguns minutos em uma
discussão pra saber que coisa era aquela, se era curupira sem porco, um macaco
manquitola e velhão, até levantaram a possibilidade de ser um saci bem-dotado,
pois o bicho tinha duas pernas. Desceram da camionete e foram andando
calmamente com a espingarda na mão e, ao chegarem, a coisa começou a se debater e
resmungar. "Valha!", disse um deles e bala comeu. Por sorte, só uma atingiu nosso
homem, atingiu bem certinho na canela esquerda, o que fez dar pulos e rodopios,
mas foram só movimentos involuntários mesmo, espasmos. Olhando mais
atentamente, os dois companheiros perceberam tratar-se de uma figura conhecida
da cidade e correram para socorrê-lo. Quando tentaram erguê-lo sujaram-se os
dois de excrementos. Foi triste, mas nosso homem estava todo cagado, ninguém
sabe o porquê. Certo, o puseram junto com os porcos na parte de trás da
caminhonetinha. Um ponto também digno de registro é o que faz menção ao fato de
que um porco barrão no cio foi durante toda a viagem até a cidade tentando copular com nosso amigo e chorou bastante quando tiveram que tirá-lo
do transporte. Chegando ao pronto socorro da cidade, descobriram que o médico
não estava lá. Deixaram o paciente numa maca e foram atrás do doutor que estava
numa festa no centro da cidade. Conseguiram trazer o homem com muito esforço. O
doutor, cheio do “pau”, vesguinho, vendo aquela figura deitada foi logo
falando: "Não sou veterinário, podem levar esse porco catitu daqui!" Aí tiveram
que explicar tudinho para o doutor se acalmar e o cabra foi logo dizendo que
teria que cortar uma perna fora. Bom, se era para o bem, que cortasse logo. O
porém, senhores, foi que a perna cortada foi justamente a que não precisava e
com o agravante de que a anestesia não pegou direito. É, que dia para aquele
grande homem! Contudo, a causa de sua morte foi um susto que ele tomou quando se viu no espelho depois da operação que cortou sua outra perna. O susto foi
por demais grande, pois seu rosto estava idêntico ao da sua esposa que, como percebem, não gozava de beleza celestial. Suas últimas palavras: "Vá de retro,
satanás!!!" Rico pobre homem.
Marcone Mendes.
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Prometheus: Ridley Scott e o fogo do Cinema bem feito.
Quem conhece o mínimo que seja de
cinema, já ouviu falar em Ridley Scott, um diretor de filmes cultuados, apesar
de comerciais. Temos Blade Runner - O Caçador de Androides e Alien – o 8º
Passageiro como expoentes de uma época serena e até inocente do cinema (especialmente
o de ficção científica).
Ridley Scott, se gênio não for, é
competentíssimo no que faz e propõe. Em minha concepção, está ao lado de figuras
como James Cameron, Richard Donner, Spielberg e Scorsese na arte de contar
histórias, sejam elas piegas ou não. Ao ver Blade Runner pensei ao final: “Que
porra foi essa?”, pelo simples fato de não ter entendido nada, também pudera,
eu era somente uma criança que alugou um VHS por causa da capa estilosa, ainda
mais que tinha o cara que fazia o Indiana Jones.
Depois de crescido, vi novamente e
pensei: “Que porra foi essa?”, pelo simples fato de ter entendido dessa vez.
Minha segunda impressão do Ridley foi a que ficou...
Quando vi Alien pela primeira vez,
pela TV mesmo, lembro que meu pai fazia ótimos comentários sobre o filme e isso
prendeu demais minha atenção. Tenso, aterrorizante e insano. Filme que ainda dá
de cano de ferro em muita besteirinha hype por aí.
Pois bem, depois de sumir um pouco,
eis que aparece o Prometheus, nova obra de Scott que, por ironia, veio coberta
de hype.
Prometheus veio como um prelúdio do
primeiro filme do Alien, isto é, era vendida a ideia que a película viria
explicando a origem do “bixo da boquinha saliente”. De fato existe alguma
ligação (não darei spoilers aqui), sutil, mas existe e, por este motivo,
considero o roteiro montado como o meio de uma história e não o início.
O visual do filme é deslumbrante e
grandioso e dá a exata dimensão do que o diretor quer passar: um Universo
possível e não surreal (imagino esse filme feito pelo Terry Gilliam rsrssrr).
Elementos do Blade Runner, Alien e até do Gladiador estão presentes.
O filme trata sobre a origem da
vida na terra. Que originalidade!!!!. Não esqueçamos que estamos falando do
Ridley. Como vemos muito no History Channel, existem evidências (ou não) de que
fomos visitados por seres extra planetários em tempos remotos e este é o ponto
de partida, já que um grupo de cientistas consegue achar uma lógica em desenhos
feitos no início da civilização humana e encontrados em sua maioria em
cavernas. Simplesmente descobrem que os desenhos, na verdade, são convites dos
seres para conhecermos sua terra que talvez seja de onde viemos (o nome da
espaçonave que os leva até o local chama-se Prometheus, nome de personagem
mitológico que rouba o fogo dos deuses e dá aos humanos). Loucura não? Não!
A partir daí começam as conjecturas
existenciais, filosóficas e religiosas e muita gente reclamou disso, pois acham
que tudo foi jogado muito rapidamente com difícil compreensão e falta de profundidade
(para mim foi um deleite deixar minha mente aberta e absorver o que estava
vendo, me senti um Descartes).
A expedição é composta por uma
tripulação heterogênea o que gera conflitos ideológicos e até físicos. Não vou
dar mais detalhes da trama para não estragar a surpresa.
É importante dizer que a “bancada”
Cristã, na maioria de seus membros, acha o filme blasfemo por colocar nossa
origem longe das mãos de Deus e criar uma esdrúxula teoria sem base. Fica a
pergunta: Quem disse que o filme descarta Deus? Só o torna mais complexo, o que
achei genial!
Prezados, Prometheus é uma obra de
ficção científica que nos faz pensar, se não logo após sua projeção (acabei de
ver e fiquei dividido sem saber se gostei ou não), pelo menos vai fazer pensar quando
colocar a cabeça no travesseiro: “Que porra foi essa?”.
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